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O Ministério da Pesca e Agricultura, com o intuito de aumentar a produção pesqueira nacional, especificamente pela piscicultura marinha, está financiando Projeto que realiza pesquisas para o desenvolvimento tecnológico do cultivo do nosso Beijupirá.
Aqui no Ceará, através da Universidade Federal e do Labomar, o professor Raúl Malvino Madri trouxe o Chef espanhol Victor Castaño, da região das Astúrias, para realizar oficinas e degustações, visando divulgar o potencial do peixe na culinária brasileira, sua aceitação, e definir as características mais apropriadas para a comercialização do pescado.
A iniciativa vem reforçar um potencial de mercado, tendo em vista que o pescado já é cultivado comercialmente na China, Taiwan, e Vietnã, além do Caribe e Bahamas, com o emprego de tecnologias avançadas demonstrando viabilidade econômica e vantagens socioambientais.
O Chef Victor, professor da Escola de Hotelaria - Instituto de Ensino Secundário Valle de Aller - principado de Astúrias na Espanha, já esteve em Fortaleza, onde através do Labomar, apresentou oficinas onde se destacavam o polvo, a arraia e a Tilápia. Desta vez o Beijupirá foi o peixe escolhido.
O Beijupirá, cujo nome científico é Rachycentron canadum, é conhecido internacionalmente como Cobia. Habita as águas temperadas, exceto no Oceano Pacífico Central e Oriental. No Brasil, após estudos, levantou-se que no Nordeste as maiores abundâncias do Beijupirá ocorrem entre 50 e 125m de profundidade, nas zonas costeiras do Piauí e Ceará.
Por aqui, a captura do Beijupirá ainda não constitui uma pesca comercial importante, não sendo muito comum nos mercados de peixe, visto que geralmente é fruto de uma pesca acidental, pois eles não nadam em cardumes.
No projeto, ficou constatado que o pescado tem bons atributos na Aquicultura, tendo um crescimento rápido podendo atingir de 6 a 7 quilos em um ano, o que é quase duas vezes o crescimento do Salmão em igual período.
Sua carne é branca, firme e com poucas espinhas, de sabor leve e agradável, o que o torna valorizado em mercados centralizadores do comércio de peixes como o de Boston, nos Estados Unidos, e de Bruxelas, na Bélgica.
Receitas valiosas
O Chef Victor Castaño, em sua passagem por Fortaleza, vindo do Recife e Brasília, onde ministrou as mesmas oficinas, trouxe uma série de receitas, com as mais diversas partes do peixe, do lombo, ao rabo, passando por partes menos nobres do pescado.
De presente para o leitor do Guia do Sabor, o Chef apresenta uma das melhores receitas desenvolvidas com o Beijupirá. É só seguir as dicas (ao lado) e se deliciar.
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Aqui no Ceará, através da Universidade Federal e do Labomar, o professor Raúl Malvino Madri trouxe o Chef espanhol Victor Castaño, da região das Astúrias, para realizar oficinas e degustações, visando divulgar o potencial do peixe na culinária brasileira, sua aceitação, e definir as características mais apropriadas para a comercialização do pescado.
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O Chef Victor, professor da Escola de Hotelaria - Instituto de Ensino Secundário Valle de Aller - principado de Astúrias na Espanha, já esteve em Fortaleza, onde através do Labomar, apresentou oficinas onde se destacavam o polvo, a arraia e a Tilápia. Desta vez o Beijupirá foi o peixe escolhido.
O Beijupirá, cujo nome científico é Rachycentron canadum, é conhecido internacionalmente como Cobia. Habita as águas temperadas, exceto no Oceano Pacífico Central e Oriental. No Brasil, após estudos, levantou-se que no Nordeste as maiores abundâncias do Beijupirá ocorrem entre 50 e 125m de profundidade, nas zonas costeiras do Piauí e Ceará.
Por aqui, a captura do Beijupirá ainda não constitui uma pesca comercial importante, não sendo muito comum nos mercados de peixe, visto que geralmente é fruto de uma pesca acidental, pois eles não nadam em cardumes.
No projeto, ficou constatado que o pescado tem bons atributos na Aquicultura, tendo um crescimento rápido podendo atingir de 6 a 7 quilos em um ano, o que é quase duas vezes o crescimento do Salmão em igual período.
Sua carne é branca, firme e com poucas espinhas, de sabor leve e agradável, o que o torna valorizado em mercados centralizadores do comércio de peixes como o de Boston, nos Estados Unidos, e de Bruxelas, na Bélgica.
Receitas valiosas
O Chef Victor Castaño, em sua passagem por Fortaleza, vindo do Recife e Brasília, onde ministrou as mesmas oficinas, trouxe uma série de receitas, com as mais diversas partes do peixe, do lombo, ao rabo, passando por partes menos nobres do pescado.
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Oficinas para Chefs de cozinha, degustações envolvendo autoridades, atacadistas de pescado e donos de restaurantes marcaram a passagem por Fortaleza do Chef Victor Peres Castaño, que apresentou trabalho com o futuro "salmão de águas tropicais"
O Ministério da Pesca e Agricultura, com o intuito de aumentar a produção pesqueira nacional, especificamente pela piscicultura marinha, está financiando Projeto que realiza pesquisas para o desenvolvimento tecnológico do cultivo do nosso Beijupirá.
Aqui no Ceará, através da Universidade Federal e do Labomar, o professor Raúl Malvino Madri trouxe o Chef espanhol Victor Castaño, da região das Astúrias, para realizar oficinas e degustações, visando divulgar o potencial do peixe na culinária brasileira, sua aceitação, e definir as características mais apropriadas para a comercialização do pescado.
A iniciativa vem reforçar um potencial de mercado, tendo em vista que o pescado já é cultivado comercialmente na China, Taiwan, e Vietnã, além do Caribe e Bahamas, com o emprego de tecnologias avançadas demonstrando viabilidade econômica e vantagens socioambientais.
O Chef Victor, professor da Escola de Hotelaria - Instituto de Ensino Secundário Valle de Aller - principado de Astúrias na Espanha, já esteve em Fortaleza, onde através do Labomar, apresentou oficinas onde se destacavam o polvo, a arraia e a Tilápia. Desta vez o Beijupirá foi o peixe escolhido.
O Beijupirá, cujo nome científico é Rachycentron canadum, é conhecido internacionalmente como Cobia. Habita as águas temperadas, exceto no Oceano Pacífico Central e Oriental. No Brasil, após estudos, levantou-se que no Nordeste as maiores abundâncias do Beijupirá ocorrem entre 50 e 125m de profundidade, nas zonas costeiras do Piauí e Ceará.
Por aqui, a captura do Beijupirá ainda não constitui uma pesca comercial importante, não sendo muito comum nos mercados de peixe, visto que geralmente é fruto de uma pesca acidental, pois eles não nadam em cardumes.
No projeto, ficou constatado que o pescado tem bons atributos na Aquicultura, tendo um crescimento rápido podendo atingir de 6 a 7 quilos em um ano, o que é quase duas vezes o crescimento do Salmão em igual período.
Sua carne é branca, firme e com poucas espinhas, de sabor leve e agradável, o que o torna valorizado em mercados centralizadores do comércio de peixes como o de Boston, nos Estados Unidos, e de Bruxelas, na Bélgica.
Receitas valiosas
O Chef Victor Castaño, em sua passagem por Fortaleza, vindo do Recife e Brasília, onde ministrou as mesmas oficinas, trouxe uma série de receitas, com as mais diversas partes do peixe, do lombo, ao rabo, passando por partes menos nobres do pescado.
De presente para o leitor do Guia do Sabor, o Chef apresenta uma das melhores receitas desenvolvidas com o Beijupirá. É só seguir as dicas (ao lado) e se deliciar.{K2Splitter}
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Oficinas para Chefs de cozinha, degustações envolvendo autoridades, atacadistas de pescado e donos de restaurantes marcaram a passagem por Fortaleza do Chef Victor Peres Castaño, que apresentou trabalho com o futuro "salmão de águas tropicais"
O Ministério da Pesca e Agricultura, com o intuito de aumentar a produção pesqueira nacional, especificamente pela piscicultura marinha, está financiando Projeto que realiza pesquisas para o desenvolvimento tecnológico do cultivo do nosso Beijupirá.
Aqui no Ceará, através da Universidade Federal e do Labomar, o professor Raúl Malvino Madri trouxe o Chef espanhol Victor Castaño, da região das Astúrias, para realizar oficinas e degustações, visando divulgar o potencial do peixe na culinária brasileira, sua aceitação, e definir as características mais apropriadas para a comercialização do pescado.
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O Beijupirá, cujo nome científico é Rachycentron canadum, é conhecido internacionalmente como Cobia. Habita as águas temperadas, exceto no Oceano Pacífico Central e Oriental. No Brasil, após estudos, levantou-se que no Nordeste as maiores abundâncias do Beijupirá ocorrem entre 50 e 125m de profundidade, nas zonas costeiras do Piauí e Ceará.
Por aqui, a captura do Beijupirá ainda não constitui uma pesca comercial importante, não sendo muito comum nos mercados de peixe, visto que geralmente é fruto de uma pesca acidental, pois eles não nadam em cardumes.
No projeto, ficou constatado que o pescado tem bons atributos na Aquicultura, tendo um crescimento rápido podendo atingir de 6 a 7 quilos em um ano, o que é quase duas vezes o crescimento do Salmão em igual período.
Sua carne é branca, firme e com poucas espinhas, de sabor leve e agradável, o que o torna valorizado em mercados centralizadores do comércio de peixes como o de Boston, nos Estados Unidos, e de Bruxelas, na Bélgica.
Receitas valiosas
O Chef Victor Castaño, em sua passagem por Fortaleza, vindo do Recife e Brasília, onde ministrou as mesmas oficinas, trouxe uma série de receitas, com as mais diversas partes do peixe, do lombo, ao rabo, passando por partes menos nobres do pescado.
De presente para o leitor do Guia do Sabor, o Chef apresenta uma das melhores receitas desenvolvidas com o Beijupirá. É só seguir as dicas (ao lado) e se deliciar.