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09.09.11

Mercado São Sebastião: Profusão de cores e sabores regionais

Publicado por Administrator

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São frutas, legumes, verduras, algumas flores e mais uma porção de artigos não perecíveis que marcam até hoje a vida dos muitos que ali são clientes fieis. Assim é o Mercado São Sebastião


Hoje falo do meu, do seu, do nosso mais famoso mercado público, situado na Praça Paula Pessoa e que é popularmente conhecido como Mercado São Sebastião.

Barcelona tem o "La Boqueria"; Paris tem o "Aligre"; São Paulo tem o grande Mercado da Cantareira, o conhecido Mercadão e nós, aqui, temos este que já foi de ferro fundido, depois de alvenaria e mais tarde foi reformado na Administração de Juraci Magalhães.

Não importa aqui a história do São Sebastião, mas sim fazer uma análise de como poderíamos aproveitar mais aquele espaço de compras, principalmente as frutas, verduras, legumes e hortaliças, sempre apresentadas de forma original e que, muitas vezes, tem uma qualidade superior ao que nos é ofertado em alguns supermercados das regiões mais nobres.

Ao adentrar no setor mais nobre do mercado vemos, de uma forma bem organizada, ali expostos, as frutas da época de nossa região. São cajás, cajaranas, atas, cajus, mangas, seriguelas, pitombas, carambolas, romãs... Enfim, sabores exóticos que tanto marcaram e marcam nossa vida e que, hoje, muitas vezes, são utilizados na gastronomia.

São frutas, muitas delas provenientes de agricultura familiar, que fazem parte da vida econômica de uma camada da sociedade que fingimos não ver.

Época de milho e feijão verde é de uma fartura só no São Sebastião. São cargas imensas que chegam do interior, muitas vezes orgânicas, que fazem a festa de revendedores dos locais mais próximos de nossas casas, quando poderíamos comprar do próprio fornecedor, esses produtos mais frescos e com preços mais razoáveis.

Legumes, verduras e hortaliças estão presentes, tanto os de nossa região como os que destemidamente são trazidos de fora do Estado e até importados para satisfazer a nossa necessidade e assim tornar o mercado mais um lugar mais completo.

O mercado também tem insumos como carne, peixes, vísceras e laticínios, além dos camarões secos, rapaduras, castanhas, doces de inimagináveis sabores, sem contar com a área das ervas medicinais e de produtos de barro e ferro batido que atraem muita gente.

O espaço também abriga 30 lanchonetes, que poderíamos chamar de restaurantes. Ali encontramos panelas brilhando, areadas e cheia de preparações de nossa mais legítima cozinha, como língua ao Molho, Galinha Capira, Carneiro Cozido, Sarapatel, Sarrabulho, Panelada, além da farofa de cuscuz, tapiocas, beijus e cuscuz no leite de coco. Uma verdadeira "festa de Babete" tupiniquim e que deveria ser valorizada, desde que deixássemos preconceitos de lado e nos voltássemos para o que é nosso.

Aliás, as comidas serão matéria de uma outra coluna devido à sua riqueza. E fica aqui a sugestão: prestigiemos o nosso São Sebastião e cresçamos em matéria de valores e qualidade!!!!


Por Leo Gondim

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Hoje falo do meu, do seu, do nosso mais famoso mercado público, situado na Praça Paula Pessoa e que é popularmente conhecido como Mercado São Sebastião.

Barcelona tem o "La Boqueria"; Paris tem o "Aligre"; São Paulo tem o grande Mercado da Cantareira, o conhecido Mercadão e nós, aqui, temos este que já foi de ferro fundido, depois de alvenaria e mais tarde foi reformado na Administração de Juraci Magalhães.

Não importa aqui a história do São Sebastião, mas sim fazer uma análise de como poderíamos aproveitar mais aquele espaço de compras, principalmente as frutas, verduras, legumes e hortaliças, sempre apresentadas de forma original e que, muitas vezes, tem uma qualidade superior ao que nos é ofertado em alguns supermercados das regiões mais nobres.

Ao adentrar no setor mais nobre do mercado vemos, de uma forma bem organizada, ali expostos, as frutas da época de nossa região. São cajás, cajaranas, atas, cajus, mangas, seriguelas, pitombas, carambolas, romãs... Enfim, sabores exóticos que tanto marcaram e marcam nossa vida e que, hoje, muitas vezes, são utilizados na gastronomia.

São frutas, muitas delas provenientes de agricultura familiar, que fazem parte da vida econômica de uma camada da sociedade que fingimos não ver.

Época de milho e feijão verde é de uma fartura só no São Sebastião. São cargas imensas que chegam do interior, muitas vezes orgânicas, que fazem a festa de revendedores dos locais mais próximos de nossas casas, quando poderíamos comprar do próprio fornecedor, esses produtos mais frescos e com preços mais razoáveis.

Legumes, verduras e hortaliças estão presentes, tanto os de nossa região como os que destemidamente são trazidos de fora do Estado e até importados para satisfazer a nossa necessidade e assim tornar o mercado mais um lugar mais completo.

O mercado também tem insumos como carne, peixes, vísceras e laticínios, além dos camarões secos, rapaduras, castanhas, doces de inimagináveis sabores, sem contar com a área das ervas medicinais e de produtos de barro e ferro batido que atraem muita gente.

O espaço também abriga 30 lanchonetes, que poderíamos chamar de restaurantes. Ali encontramos panelas brilhando, areadas e cheia de preparações de nossa mais legítima cozinha, como língua ao Molho, Galinha Capira, Carneiro Cozido, Sarapatel, Sarrabulho, Panelada, além da farofa de cuscuz, tapiocas, beijus e cuscuz no leite de coco. Uma verdadeira "festa de Babete" tupiniquim e que deveria ser valorizada, desde que deixássemos preconceitos de lado e nos voltássemos para o que é nosso.

Aliás, as comidas serão matéria de uma outra coluna devido à sua riqueza. E fica aqui a sugestão: prestigiemos o nosso São Sebastião e cresçamos em matéria de valores e qualidade!!!!


Por Leo Gondim

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São frutas, legumes, verduras, algumas flores e mais uma porção de artigos não perecíveis que marcam até hoje a vida dos muitos que ali são clientes fieis. Assim é o Mercado São Sebastião



Hoje falo do meu, do seu, do nosso mais famoso mercado público, situado na Praça Paula Pessoa e que é popularmente conhecido como Mercado São Sebastião.

Barcelona tem o "La Boqueria"; Paris tem o "Aligre"; São Paulo tem o grande Mercado da Cantareira, o conhecido Mercadão e nós, aqui, temos este que já foi de ferro fundido, depois de alvenaria e mais tarde foi reformado na Administração de Juraci Magalhães.

Não importa aqui a história do São Sebastião, mas sim fazer uma análise de como poderíamos aproveitar mais aquele espaço de compras, principalmente as frutas, verduras, legumes e hortaliças, sempre apresentadas de forma original e que, muitas vezes, tem uma qualidade superior ao que nos é ofertado em alguns supermercados das regiões mais nobres.

Ao adentrar no setor mais nobre do mercado vemos, de uma forma bem organizada, ali expostos, as frutas da época de nossa região. São cajás, cajaranas, atas, cajus, mangas, seriguelas, pitombas, carambolas, romãs... Enfim, sabores exóticos que tanto marcaram e marcam nossa vida e que, hoje, muitas vezes, são utilizados na gastronomia.

São frutas, muitas delas provenientes de agricultura familiar, que fazem parte da vida econômica de uma camada da sociedade que fingimos não ver.

Época de milho e feijão verde é de uma fartura só no São Sebastião. São cargas imensas que chegam do interior, muitas vezes orgânicas, que fazem a festa de revendedores dos locais mais próximos de nossas casas, quando poderíamos comprar do próprio fornecedor, esses produtos mais frescos e com preços mais razoáveis.

Legumes, verduras e hortaliças estão presentes, tanto os de nossa região como os que destemidamente são trazidos de fora do Estado e até importados para satisfazer a nossa necessidade e assim tornar o mercado mais um lugar mais completo.

O mercado também tem insumos como carne, peixes, vísceras e laticínios, além dos camarões secos, rapaduras, castanhas, doces de inimagináveis sabores, sem contar com a área das ervas medicinais e de produtos de barro e ferro batido que atraem muita gente.

O espaço também abriga 30 lanchonetes, que poderíamos chamar de restaurantes. Ali encontramos panelas brilhando, areadas e cheia de preparações de nossa mais legítima cozinha, como língua ao Molho, Galinha Capira, Carneiro Cozido, Sarapatel, Sarrabulho, Panelada, além da farofa de cuscuz, tapiocas, beijus e cuscuz no leite de coco. Uma verdadeira "festa de Babete" tupiniquim e que deveria ser valorizada, desde que deixássemos preconceitos de lado e nos voltássemos para o que é nosso.

Aliás, as comidas serão matéria de uma outra coluna devido à sua riqueza. E fica aqui a sugestão: prestigiemos o nosso São Sebastião e cresçamos em matéria de valores e qualidade!!!!


Por Leo Gondim


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